Bom, para aquelas que ainda não fui apresentada, e para aquelas que não perceberam na parte superior esquerda do blog há 2 meses que existem 3 representantes das gay nesse honorável blog, me apresento. Sou a Violeta Flex! Sim, eu tenho a cara de mal, mas no fundo eu sou boa gente! Afinal, somos 3 irmãs, não é mesmo? (cara de vilã ao dizer isso)
Pois bem, piriguetes de meu Brasil. A terceira desse levante aqui ainda não havia se apresentado por uma combinação afazeres + falta de inspiração pro primeiro texto + nem sei o que. Hoje as coisas mudaram! Depois de levar o nome de "traidora" por uma das irmãs, pelo descaso, resolvi mudar essa cena! (Sim, gente: a Violeta também lava roupa suja!) Pois vamos lá, não é? Isso tem que começar de alguma forma.
Começarei com um ocorrido há alguns meses que recentemente re-ocorreu. Sim: é homem na jogada. Sim de novo: é complicadinho, vulgo "hetera" (isso merece uma nota explicativa da minha irmã Dora) e, pasmem, sim de novo de novo: ele tem uma namoradinha.
Essa pessoa, que por hora eu chamarei de Jhonny, morava num dos 983476 prédios que já morei, no andar acima do meu, no apartamento EXATAMENTE acima do meu. Eu o reparei pouco, mas no pouco tempo que eu lá morava, estava casada por assim dizer. Rolava uma cegueira pra oportunidades iminentes. Digamos que havia 2 anos que não o via, isso há 6 meses. Então, há 6 meses, eu, caminhando com amiguxas do bando na orla da nossa linda Maceió, avisto alguém me olhando com sentimento. Ele claramente queria meu corpo. A latência pulava aos olhos e à braguilha. Resolvi me separar das amigas, despachei, e fui ver o que aconteceria, afinal, o rosto me era familiar (já não lembrava da antiga vizinhança).
Começamos a conversar. Dissemos os nomes (os dois verdadeiros), e então ele me lembrou da anterior vizinhança, quando perguntei de onde o conhecia. Ele me contou que me olhava, olhava pras minhas amigas, ouvinhas nossas festinhas e ficava sempre querendo se juntar e se perder numa delas. Passado o choque, uma coisa levou à outra, e ficamos ali mesmo na praia, Com direito a amassos mais, digamos, quentes... (6). Acabou, nos despedimos e eu achei que nunca mais o veria.
Como é do meu feitio, penerei o Orkut e o encontrei. Sempre faço isso. Hesitei por meses e há 3 semanas resolvi adicioná-lo. Trocamos MSN. Depois trocamos indiretas e provocações online. Mas nos reeencontramos de outra forma. Há 2 dias, chegando quase de manhã em casa de uma baladinha, o vejo andando impunemente na rua. Peço ao meu amigo parar o carro. Desço correndo sem falar nada. Todos ficaram perplexos, mas acabaram indo embora, enquanto eu e Jhonny tivemos, digamos, nosso segundo "encontro". Foi sexo casual? Foi! Foi sem culpa/compromisso/whatever? Foi! Foi bom? FOI! Terminou com promessa de terceiro "encontro"!
Detalhe: Ele não era do tipo que queria beijar. Mas beijamos e, no final, era ele quem tomava a iniciativa.
Então, como minha irmã Alma, concluo:
1) Nunca despreze seu vizinho. Ele pode ser seu "estepe" um dia.
2) Sexo seguro sempre.
3) Nunca diga "dessa água não beberei"
4) O que era mesmo? Ah, não importa.
5) Eu escrevo/falo pra caralho! Umbeijo rsrsrsrsss (modo "inclusão digital": ativado)
Pois bem, piriguetes de meu Brasil. A terceira desse levante aqui ainda não havia se apresentado por uma combinação afazeres + falta de inspiração pro primeiro texto + nem sei o que. Hoje as coisas mudaram! Depois de levar o nome de "traidora" por uma das irmãs, pelo descaso, resolvi mudar essa cena! (Sim, gente: a Violeta também lava roupa suja!) Pois vamos lá, não é? Isso tem que começar de alguma forma.
Começarei com um ocorrido há alguns meses que recentemente re-ocorreu. Sim: é homem na jogada. Sim de novo: é complicadinho, vulgo "hetera" (isso merece uma nota explicativa da minha irmã Dora) e, pasmem, sim de novo de novo: ele tem uma namoradinha.
Essa pessoa, que por hora eu chamarei de Jhonny, morava num dos 983476 prédios que já morei, no andar acima do meu, no apartamento EXATAMENTE acima do meu. Eu o reparei pouco, mas no pouco tempo que eu lá morava, estava casada por assim dizer. Rolava uma cegueira pra oportunidades iminentes. Digamos que havia 2 anos que não o via, isso há 6 meses. Então, há 6 meses, eu, caminhando com amiguxas do bando na orla da nossa linda Maceió, avisto alguém me olhando com sentimento. Ele claramente queria meu corpo. A latência pulava aos olhos e à braguilha. Resolvi me separar das amigas, despachei, e fui ver o que aconteceria, afinal, o rosto me era familiar (já não lembrava da antiga vizinhança).
Começamos a conversar. Dissemos os nomes (os dois verdadeiros), e então ele me lembrou da anterior vizinhança, quando perguntei de onde o conhecia. Ele me contou que me olhava, olhava pras minhas amigas, ouvinhas nossas festinhas e ficava sempre querendo se juntar e se perder numa delas. Passado o choque, uma coisa levou à outra, e ficamos ali mesmo na praia, Com direito a amassos mais, digamos, quentes... (6). Acabou, nos despedimos e eu achei que nunca mais o veria.
Como é do meu feitio, penerei o Orkut e o encontrei. Sempre faço isso. Hesitei por meses e há 3 semanas resolvi adicioná-lo. Trocamos MSN. Depois trocamos indiretas e provocações online. Mas nos reeencontramos de outra forma. Há 2 dias, chegando quase de manhã em casa de uma baladinha, o vejo andando impunemente na rua. Peço ao meu amigo parar o carro. Desço correndo sem falar nada. Todos ficaram perplexos, mas acabaram indo embora, enquanto eu e Jhonny tivemos, digamos, nosso segundo "encontro". Foi sexo casual? Foi! Foi sem culpa/compromisso/whatever? Foi! Foi bom? FOI! Terminou com promessa de terceiro "encontro"!
Detalhe: Ele não era do tipo que queria beijar. Mas beijamos e, no final, era ele quem tomava a iniciativa.
Então, como minha irmã Alma, concluo:
1) Nunca despreze seu vizinho. Ele pode ser seu "estepe" um dia.
2) Sexo seguro sempre.
3) Nunca diga "dessa água não beberei"
4) O que era mesmo? Ah, não importa.
5) Eu escrevo/falo pra caralho! Umbeijo rsrsrsrsss (modo "inclusão digital": ativado)

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