Parafraseando o ditado popular...
domingo, 11 de julho de 2010
Rapidinha para matar a saudade...
Dito por Alma Flex às 20:37 0 comentários
domingo, 25 de abril de 2010
Notícias de Bambuluá!
Oi, miguxas! Como vão as senhoras?
Gente, o seguinte: para aquelas que não sabem, a vossa amiga/consultora Violeta Flex foi exilada! É isso mesmo, colëgues! Estou a 2400 km da minha terra natal, nossa gostosérrima Maceió, enfurnada no inóspito interior paulista!
Estamos todas muito ocupadas e meu cu, mas tô lançando uma campanha para voltarmos com nossas postagens! Estou num ambiente novo e, portanto, terei histórias mais cabeludas e fenômenos gays/heteras/lésbicas/que_seja pra contribuir nesse blog!
Já arrumei amiguetes ótimas aqui e estou semi-pré-quasi-pseuda bem assistida. Tenho ido a algumas baladjinhas aqui, visitado os UÓL da vida e vivido experiências novérrimas.
Mas posso afirmar: os fenômenos e pessoas são bem parecidos: tem as bichas bebadas desparametrizadas (beijando qualquer coisa que se mova), as descamisadas da balada (lancei uma campanha do agasalho pra essas pessoas em especial), as bichetes, as bichas-bombadas-wannabe-gogoboy (que ficam dançando a noite toda, com pose de pombo, numa esquina da boate como se fossem contratadas), entre outras peças lord!
Em outro post eu volto com mais novidades mas, pra não passar em branco, contribuirei com um video que há muito não via e sem querer achei hoje! Cuidado onde vão abri-lo, crianças! É peso! Digo logo!
http://www.ganges.com/kid_bengala_e_rita_cadillac_v5248343/
" - Mas o negócio é muito grâââiiindjee!"
É o que tenho a dizer! Comentem!
Quizebeijos, amigas! E me liguem! MESMO!
Dito por Anônimo às 21:11 1 comentários
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Adja!
Claro, não passou de uma piadinha durante o ensaio para a capa do CD da novela. Mas essa foto me fez pensar no papel das gay no canal de tevê mais visto e discutido no Brasil. Hoje é meio que comum colocar gente gay nos folhetins, mas o troço funciona meio que como um sistema de cotas – e quase sempre tais personagens são a) assexuados ou b) estereotipados.
Podemos lembrar de alguns deles: em Mulheres Apaixonadas, Clara e Rafaela (uma delas vivida pela bocuda Alinne Moraes) moviam céus e terra por seu amor, mas trocaram no máximo uma bitoquinha em peça de teatro; Sandrinho e Jefferson (os precursores, um deles era o pertinente André Gonçalves) em A Próxima Vítima, tinham um relacionamento só da boca pra fora. E, claro, não podemos esquecer do Bruno Gagliasso, que em América chegou a gravar cena de beijo, que na hora H virou montagem tosca com fogos de artifício (na minha opinião, uma demonstração de náusea).
Reza a lenda que o primeiro beijo gay na faixa mais nobre da Globo já aconteceu, e ninguém percebeu: foi naquela minissérie ruim chamada Queridos Amigos, em que Benny (Guilherme Weber) catava a força o colegue Pedro (Bruno Garcia). A cena é inusitada e bem supimpa! Mas, claro, foi na surdina e ninguém deu valor, o que penso que era a intenção do canal.
Outros personagens-solo vão da trava Sarita, em Explode Coração, ao atual Cássio de Caras & Bocas (o ator é um gato, mas o papel é apenas uma releitura do Marc do seriado Ugly Betty). Estes pastam nos campos do estereótipo, por mais dignos que possam parecer suas caracterizações.
Gente, eu cá penso que hoje em dia todo mundo quer ser gay, então que esse desdobramento folhetinesco seja até normal, coisa do hype. Mas me incomoda ver o quanto de tabu ainda permanece na hora do gay ser gente de verdade. Eu mesma não me enxergo em nenhum desses arquétipos preparados pela Globo, nem mesmo quando eles vêm dos reality shows (e, nesse caso, só lembro de 3 deles serem realmente declarados: Jean e Dr. Marcelo do Big Brother e a sapa Lhitts, de edição antiga do No Limite).
O cinema, por exemplo, já quebrou essas regrinhas há bastante tempo – e não falo apenas dos undergrounds. Se antes víamos um filme adorável, mas em cima do muro, como Três Formas de Amar, hoje podemos nos refestelar com obras como Brokeback Mountain e Shortbus. E nos realities que são importados, tivemos este ano o brasileiro Rodrigo, no Big Brother do Reino Unido, se atracando com um boyfriend em pleno confinamento! Gente, e eu fui criado vendo o Na Real MTV e ainda hoje tenho taquicardia quando lembro dos beijos apaixonados que o modelo Dan dava nos seus peguetes na versão Miami!
O que quero dizer é que, se hoje em dia ninguém mais parece se chocar com as gays, não entendo como um canal como a Globo – o mais visto no país e, em tese, o mais arrojado de todos – ainda insista na muleta de vender o gay assexuado ou o gay fervido. Acredito que a sociedade já está preparada para ver o galã número 1 se atracar amorosamente como galã número 2. Ou seja, é um sonho incitado pela namoradinha do Brasil Juliana Paes, mas que Raj e Bahuan formariam um casal L-I-N-D-O, ah formariam sim!
....
As gay diz:
1. Raj no meu bahuan que eu gosto!
Dito por Waldete com W. Flex às 23:20 3 comentários
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Telefones Úteis
Olá queridas miguettes,
Depois de um tempo afastada, por motivos profissionais, volto com todo gás para nosso mundo de glamour e sedução. Isso mesmo, Dora está de volta! Como não podia ser diferente com mais histórias da vida da gay contemporânea e curiosidades cotidianas.

As gay diz:
1. Não é o tamanho da letra e sim o que está escrito que marca a lembrança das pessoas;
2. Deixar anúncio em todas as portas de todos os banheiros não diminui a carência;
3. Seja Criativo.
Dito por Dora Flex às 10:31 20 comentários
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Temdemsias

Uma das coisas mais importantes na vida de uma gay é a moda! Quem não gosta de se vestir no luxo pra "sair de balada" ou arrasar no casual wear e ouvir elogios rasgados e invejosos das colegues ao redor? A cruel verdade é que muitas de nós costumam arrasar também na impunidade: carregamos nas costas décadas de luta por igualdade e respeito, e às vezes nos sentimos no direito de machucar as vistas da galere com um visual estapafúrdio e super nonsense! Cuidado e juízo são de extrema valia nessas horas!
Por isso pensando em você, amigue cafoninha toda trabalhada nas listras com xadrez, elaborei um FAQ basiquésimo sobre o que fazer quando bater aquela dúvida sobre montar o visual certo para cada momento da vida! Uma vez que ninguém está a salvo de errar no visual, como bem nos mostra minha querida Victoria Beckham, que aparece toda cagada no Marc Jacobs na foto acima.
As perguntas são baseadas nas dúvidas mais recorrentes das colegas. Vamos lá...
1. Waldete, juntei dinheiro e finalmente vou poder comprar minha calça xadrez pra arrasar na balada. Mas tenho medo de ficar nervosa e errar na dose. O que fazer?
R: Queride, é muito simples: se você é robusta na bundinha, nunca jamais adquira uma calça xadrez! É um privilégio das desbundoladas, uma vez que o ganho percentual na região é um bafo! Se este for o seu caso, não fique triste: gaste todo o dinheiro que juntou em comida do McDonald's. It's Just food, not Love! Aguente firme e saiba que sobreviver ao modismo nunca sai de moda.
2. Wal, tenho um monte de camisas transadas da Colcci, compradas na época em que a lantejoula tocava o terror na noite. Sinto que ainda posso usá-las, mas onde?
R: Meu amor, não pode! Jamais! Aceite que um dia a lantejoula foi poder, e hoje é super cafona. Mas você tem algumas alternativas bem divertidas pras suas camisas: tentar tirar as lantejoulas e adotá-las como streetwear sujinho ou transformá-las em almofadas absurdinhas para decorar o lounge do seu loft. Mas se você sente que é um destino pobre demais pra elas, deixe-as guardadas, pois como falam que a moda é cíclica, logo logo as lantejoulas voltam a tocar o terror na noite, como você mesma diz.
3. Waldete, comprei um cachecol maravilhoso! Posso usá-lo pra causar na Zil?
R: Delicinha de mãe, não faça isso!!! De jeito nenhum!!! Meu sonho mais dourado com lacinhos é que as gatas do Nordeste aprendam de uma vez por todas que nosso clima é quente, não importa a chuva que dê! Só precisaremos de cachecol pra ir ao Bar da Zil se outra era glacial chegar por aqui, trazida pela mão por La Niña em pessoa! Guarde sua maravilha e use quando for viajar para algum lugar frio. Substitua na night local por um lenço - apesar de eu achar o erro essa moda dos lenços, devo confessar que são artigos mais juninos, mais "pamonha-quentão-e-pau-de-sebo", ótimas alternativas para as desesperadas por cachecóis.
4. Walddy, quando chego numa multimarcas, a atendente sempre diz que "vai subir pra pegar umas opções ótimas". O que isso quer dizer?
R: Quer dizer que ela vai descer com um monte de aberrações com patchwork, todas encalhadas no estoque, vai te dizer que "tá se usando muito" e que ficaria linda com aquela sua calça cheia de rasgões e desbotados. Não caia na armadilha do patchwork! Não costumo respeitar pessoas cagadas no patchwork: eu parto pra agressão física ou então jogo Pinho Sol na cara. Tô avisando...
5. Waldete, querida: o que raios é uma lavagem?
R: É simples, hâni: abra seu guarda-roupa (ou vá ao seu closet) e ache aquela calça super confortável que você tem há 10 anos e super já perdeu a cor, mas você teima em não se desfazer dela. Isso é uma lavagem! Tome muito cuidado pois o campo da lavagem em jeans é traiçoeiro! Pense sempre no item a longo prazo, pra não correr o risco de ficar cafona em pouco tempo com aquela calça que custou muito caro e que você levou pra casa acreditando no "poder e sedução da lavagem" pregado pelo vendedor oportunista. Anote aí: menos é mais! E evite aqueles desbotados em locais estratégicos, como bundinha e coxas. Quanto mais parecer artificial, mas uórbeijos será.
Seguindo essas dicas e aplicando no mundinho, qualquer gay estará pronta pra arrasar na H. Club, na Rosa Mossoró ou mesmo na Metropole Dance sem medo de ser feliz! Quem tiver mais dúvidas é só escrever pra tia Wal. Responderei tudo com muito carinho e perspicácia. E desde já prometo um editorial de moda exclusivo com minha amiga modelo internacional drogada Jolene Fabergé, que tá causando no Leste Europeu. Ela ficou de me trazer todas as tendências para o próximo verão.
Umbeijo!
...
As gay diz:
1. Seja você mesma;
2. Siga seu coração;
3. Tenha sempre cartões de crédito com limite bafônico!
Dito por Waldete com W. Flex às 03:42 8 comentários
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Histórias da Vida Real (parte I)
Oi colegues! Neste post tratarei de um tema super mítico e filosófico a partir de uma experiência pessoal vivida em tempos primaveris...
Meu primeiro namorado oficial era uns 7 anos mais velho que eu, e sua idéia de balada de fim de semana era me levar pra visitar a família "superbelê" dele, ou então alugar um filme e se aconchegar no sofá da casa da mãe "superbelê" dele. No raiar da minha identidade gay, tudo que eu queria eram luzes, cores, pessoas caindo e bate-estaca em alto e bom som. Nada de assistir Lendas da Paixão bebendo litros de guaraná e ingerindo quilos de pipoca de microondas. Mas eu estava decidida: ou o "superbelê" me mostraria a vida ou eu me apresentaria a ela de qualquer jeito.
Na época, a cidade fervilhava em festinhas eletrônicas: era na base de uma por fim de semana. Em uma dessas, eu crocotava de ansiedade para comparecer: era simplesmente a mais glam jamais realizada. Levei o flyer pro meu gatinho que, claro, xoxou mais uma vez. Mas me disse: "Você é jovem. Pode ir, se quiser". Com voz de bruxa má do Oeste, já antecipando minha glória noturna, respondi que eu era jovem SIM e que, portanto, não iria me reprimir.
Juntei um bando de colegas e fui. A baladinha estava pra lá de jóia, minha terceira ou quarta Skol já fazia o efeito pretendido e, entre brumas e luzes piscantes, lembro de ter visto um espectro de Violeta Flex. Só nos tornaríamos BFF muito tempo depois, mas essa é a imagem mais cândida que tenho dela: menina-moça, com seu traje de noite, sendo cobiçada pelos presentes e já com sua característica cerveja em mãos.
Pois bem. No clímax dos acontecimentos, avistei um gato mandando ver no paso doble. Era Mwaka, um senegalês ma-ra. Nos afeiçoamos, muito bêbados. Gritamos palavras de desejo no ouvido um do outro e ele até tentou tirar minha calça num canto escuro (mas como eu também era menina-moça, não permiti). Mas, nos dias que se seguiram, acabei trocando meu namoradinho "pipoca-com-guaraná" por Mwaka e toda a sua africanidade nagô.
Acabei paixonando pelo moço, mas ele tinha a mania de contar vantagem atrás de vantagem, sempre com seu sotaque bizarro. Uma de suas preferidas era esculachar seus antigos peguetes que tinham pau pequeno. Mwaka simplesmente desprezava os rapazes, não lhes dava pontos pela personalidade ou sorriso cativante, eram dispensados sem dó – pelo menos era isso que ele dizia. Só a neca importava!
Eu cá pensava que Mwaka, como todo negro e diante dessa repulsa pelos de curta-metragem, deveria então ter um pênis de baobá. Não que eu desejasse isso, mas que se assim fosse eu seria agraciada pelos deuses da pederastia. Digo isso porque se passaram meses até que eu me sentisse confortável para, enfim, "praticar o sexo" com meu namorado de ébano. Eu era assim mesmo: romântica e precisava me sentir confortável para tamanha intimidade. Pompom no pipi só depois de bem amaciado.
Mas chegou o dia! Eu, Mwaka e um quarto mal-iluminado. Pega daqui, rela de lá, cuequinhas slip Angelo Lítrico pelo chão. QUÊDE O TRA-LA-LA DO NEGÃO? Isso mesmo, gente: Mwaka não entrou na fila do pênis na seção de Negros e Afins. O baobá dele era bonsai! Arrisco dizer que menor que a média do brasileiro comum (é como dizem os especialistas, creio). E ele (o pênis) nem era bonito. Na época a paixão me permitiu continuar com Mwaka por mais alguns meses – e ele continuava divulgando seu horror por paus pequenos em toda roda de conversa que fosse possível. O sexo era OK, mas eu, totalmente inexperiente, também não tinha nem com quem (ou o quê) comparar.
Nunca tive a coragem de perguntar para Mwaka se ele achava que sua minhoca era na verdade uma jibóia ou se a fita métrica do Senegal trabalhava com outra escala. Constrangimento On. O romance acabou depois que ele se tornou um psicopata psicotrópico. Pouco tempo depois do rompimento ele teve que retornar à sua África natal por conta dos problemas de saúde de sua mãe, dona Zuluma.
A história ficou, e permaneceu como tabu, que fui desmistificando aos poucos em conversas de bar com Violeta. Mas, com certeza, é algo que Freud deve explicar a contento! Ou, como diria Suzanna Flex, no mínimo de forma pertinente. (e põe mínimo e pertinente nisso!)
...
As gay diz:
- boi com sede bebe lama
- sempre desconfie de quem conta muita vantagem
- a ansiedade é inversamente proporcional ao tamanho do pau
- aceite sua minhoca: ela também é filha de Deus
...
Notas:
- Os nomes, obviamente, são fictícios. Para não ferir a honra de ninguém.
- Nenhum africano, seja ele animal, vegetal ou ex-namorado, foi ferido durante a realização deste post.
Dito por Waldete com W. Flex às 20:02 6 comentários
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Crachá musical.
Seguindo uma linha semelhante à da minha irmã Suzana, recém chegada ao nosso convívio e ambiente virtual (oi, amiguë), decidi fazer um post semelhante, mas diferente: música. É isso mesmo, minhas colegas: música pode dizer muitíssimo sobre a homossexualidade ou pseudo-heterossexualidade daquele gatinho do apartamento ao lado, ou que estuda na sua sala da faculdade, ou whatever.
Pois vamos lá. Antes de mais nada, quero que fique claro que, tirando pessoas com idade semelhante a do nossos pais, essas regras podem se aplicar muito. Fiquemos entre os mais jovens, digamos entre os homens de idade entre 18 e 35 anos. Falo de homens, porque pra mulheres os artistas e as regras pra identificação são bem mais complexas e não tenho gabarito pra isso! Bom, entendido? Ah, fiquemos a princípio entre os artistas internacionais, que é mais minha área, uma vez que Violeta Flex é uma autêntica “Citizen of the world”. Depois eu posso enveredar por território nacional.
Começando pelo óbvio, vou vomitar uma lista: Madonna, Britney, Christina Aguilera, Mariah Carey, Spice Girls, Shakira, Lady Gaga, Thalia, Toni Braxton/Celine Dion e congêneros, Barbara Streissand, Enya e também congêneros (essas 2 últimas pras coleguës mais próxima dos 35). Qualquer uma dessas: FUDEU! Mas F.U.D.E.U. mesmo! Daí podemos tirar uma lição: que homens, escutando muitas artistas femininas é um crachá infalível.
Existe uma classe mais underground de artistas femininas e bandas alternativas que, mesmo vocês, amigas, não conhecendo, é bom que saibam os nomes pra identificar. São na maioria artistas “conceito”, artistas “diferentes”, à frente do seu tempo, sons bem diferentes. Mesmo com o benefício do anonimato desses artistas, quem gosta deles certamente “tem o pé lá”, como o grupo acima! Lá vai: Björk, Tori Amos, Portishead, Emilie Simon, Sigur Rós, Emiliana Torrini, Fiona Apple, Roisín Murphy, Goldfrapp, Alanis Morissette, Amy Winehouse, Duffy, entre outros. Ai, aqui também incluo a Sophie Elis-Bextor. Gente, esse é o melhor grupo. Quem gosta desse tipo de artista é gay, geralmente assumido, mas com um bom gosto ótimo! São sensíveis, gente! Aliás, tô nesse grupo, OK? Só existe um perigo nesse grupo: as pessoas que gostam deles podem se achar o máximo porque escutam eles, ser chatos mesmo. Eu não sou assim, OK? Só gosto dos bichinhos! Minha irmãzíssima Waldete com W pode muito bem me defender nesse momento.
Existe uma classe das bichinhas “eletrônicas”. Nessa classe, escondem-se muitas, mais muitas “heteras”, muitas Ivonys. Música eletrônica (Psy principalmente), Eletro, Minimal e estilos de música eletrônicas mais novinhos, junto com o House... Olhe... Suspeitem! Dance, Flashback tipo Abba? Iiiihhh... Algumas bandinhas bem eletroniquinhas costumam ajudar, como: Justice, Digitalism, Ladytron, Depeche Mode, Fischerspooner, entre outras
Como prometido, tem umas cantoras nacionais bem clássicas. Principalmente MPB mais atual: Maria Rita, Vanessa da Mata (ou da Môita – acento por minha conta), Ana Carolina (fudeu!), Marisa Monte, Céu, Isabela Taviani (peça o telefone sem medo) e Jorge Vercilo. Nos mais antigos dá pra incluir Elis e Bethânia, Clara Nunes, Rita Lee, Caetano Veloso e essa galera toda. Dá pra incluir também aqui: Ney Matogrosso e algumas bandas, como Secos e Molhados e mais atualmente, bandinhas hypes como “Cansei de Ser Sexy”, “Luiza mandou um beijo” e Montage. Enfim, esse povo que faz Moda na FAAP (piadinha tirada de um ótimo post, aliás, próxima vez eu mostro uma lista de vários vídeos ótimos, pra elas ficarem todas trabalhadas no cheque. Hahahaha).
A regra geral é voz feminina no jogo, com vocalistas de sexualidades duvidosas. Mas lembrem-se se o bofinho gostar só de uma ou duas dessas coisas, talvez você dê uma fora. Mas se gostar de muitas, aí, meu bem, sonde de leve, depois pesado e leve pra casa! É batata! Às vezes, dá até casamento!
As gay diz:
1 - Vá na Rádio UOL e faça seu estudo.
2 – Fuce no iPod/MP3 do seu paquerinha, se puder
3 - Percebam que Jorge Vercilo está na categoria de novas cantoras da MPB.
4 – Quem lembrar o que eu ia dizer, MORRE!
umbeijo.
PS: Alguns artistas foram adicionados pós postagem por pura falha minha durante o post. O que ainda tiver faltando, pois a lista é grande, faz assim, bee: vai lá no last.fm (www.lastfm.com.br) e procura esse povo e dá uma olhada nos artistas semelhantes
PS2: Cher realmente é um caso crônico, Waldete. Como pude me esquecer! Assim como esqueci de Kylie Minogue! hahahahaha. Feito o update!
Dito por Anônimo às 00:15 11 comentários

