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domingo, 7 de junho de 2009

Orgulho de ser Passiva!


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Unsex me disse...

Olá a todas as irmãs Flex, quero dizer que comecei acompanhar o blog a pouco tempo, e adorei...

Quanto ao texto da Alma, "introduzindo" mais um fato, devo dizer q hoje em dia, ser passivo(a) é uma arte. Não é todos(as) que podem bater no peito e dizer com todo o orgulho q é passivo(a).

5 de Junho de 2009 11:39

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Querido "Unsex me", antes de qualquer coisa, muito obrigada, viu?! Ficamos todas muito felizes com as suas colocações, pois nos abriu mais um leque de opção de postagem... Por exemplo, quando você diz que não são todos que podem dizer com orgulho que são passivos, você está se referindo à quantidade ou à competência de ser passivo?

Se for à quantidade, eu devo dizer que discordo, pois sejamos francos, haja viado no mundo que só pensa em dar, corrijo, que pensa em só dar. Para não parecer que se trata de uma opinão particualar, procurei no São Google alguma pesquisa que indicasse a preferência do gay brasileiro na hora do sexo, mas o mais perto que cheguei foi esse link aqui: http://mixbrasil.uol.com.br/cultura/especiais/passivos.shl - tem fotos bem quentes, mas o foco é a matéria, hein?!

Não contente, resolvi eu mesma realizar uma pesquisa. Acessei o bate-papo da UOL, visitei 09 salas com uma média de 22 pessoas, por um tempo máximo de 40s, à procura de gays com nicks declaradamente ativos ou passivos. E vejam o que encontrei: de todas as salas visitadas, 3 tinham pelo menos uma gay assumidamente passiva sem nenhum ativo, contra 1 sala com um ativaço sem nenhum passivo; na única sala que tinha nick das duas opções encontrei 1 ativo contra 2 passivos e nas 4 salas restantes as gays estavam disfarçadas com outros nomes e não dava para identificar quem curte o que.

Fiquei o mínimo tempo possível em cada sala para o resultado não sofrer uma variação muito alta, tendo em vista que as pessoas podem mudar de nick ao sair de uma sala para entrar noutra, o que tornaria a pesquisa falha. Me detive apenas na relação que estava ali naquele breve momento. Perceba então que em termos de quantidade, mesmo meia boca, essa pesquisa revela que a passividade é mais representativa.

Porém, se você está se referindo à competência, aí realmente temos o que discutir! Gostar de dar e fazer disso um estilo de vida exige uma técnica aprimorada e prática constante, uma vez que o ânus é originalmente um orifício de saída e não de entrada. O uso de lubrificantes (naturais, vulgo cuspe, ou à base de água), controlar a respiração, uma chuca bem feita, a compreensão do ativaço e tesão a mil são elementos que combinados podem favorecer e muito a vida da bicha passiva e também de quem a frequenta.

Quanto ao orgulho, realmente percebo que a condição de passivo ainda é muito associada preconceituosamente à submissão, à inferioridade e aos afeminados, o que acaba deixando muitas gays desinformadas e inseguras, sujeitas a situações vechatórias, impedindo que elas encarem sua preferência com a auto estima nos píncaros mais altos.

Portanto, se você que está nos lendo agora é uma passiva consciente e determinada e sabe impor respeito na hora do vamos-ver somente com a força do seu butchico, exercite a solidariedade e compartilhe suas experiências conosco. Ou fique de bico calado porque a concorrência é acirrada e gay essencialmente ativo é artigo de luxo no mercado.



As gay diz:

1) É dando que se fica assado.
2) Deu tá dado.
3) Quem tem local, tem dado em casa!
4) Eu sou Flex, Alma Flex.

1 comentários:

Unsex me disse...

Oi queria Alma, olha, ao dizer que nem todos podem bater no peito e dizer que é passivo(a), me refiro a competência, pois quantidade eu sei que é grande. Devo dizer que competência e ausencia de orgulho, porque há uma crença que ser passivo(a) é algo baixo e feio... Experiencia propria, eu na minha humilde ignorancia adolescente, achava que "dá" era algo para bicha/bixa, os tempos mudam, graças a Deus.